NUNCA SOUBE O TEU NOME
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*Nunca soube o teu nome. Entraste numa tarde,*
*por engano, a perguntar se eu era outra pessoa -*
*um sol que de repente acrescentava cal aos muros,*
*u...
Há 10 horas
Abro-te a porta do poema; e tu espreitas para dentro da estrofe, onde um espelho te espera. Nuno Júdice
Olá, Ana.
ResponderEliminarMorre-se de silêncio... e de que maneira!
Morre-se de ausência.
Morre-se um pouco a cada instante.
Morremos-nos...
ResponderEliminarMorremos-nos...
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