ANO NOVO
-
*Virás de manto realmente novo*
*Entre searas ardentes e mãos puras?*
*Poderemos enfim chamar-te novo,*
*Ano novo entre as tuas criaturas?*
*Decepará...
Há 3 horas
Abro-te a porta do poema; e tu espreitas para dentro da estrofe, onde um espelho te espera. Nuno Júdice
Olá, Ana.
ResponderEliminarMorre-se de silêncio... e de que maneira!
Morre-se de ausência.
Morre-se um pouco a cada instante.
Morremos-nos...
ResponderEliminarMorremos-nos...
ResponderEliminar