terça-feira, 13 de agosto de 2013

também se morre de silêncio
















Morre-se de tanta coisa
Quanto a mim morro-me de ausência
morro-me com todo este céu a cair-me por entre os dedos;
pedacinhos de memória pendurados
morro-me também...da melancolia
quando tu, sem eu saber porquê,
nem te aproximas nem acenas
ah sim, também se morre de silêncio





Victor Oliveira Mateus









3 comentários:

  1. Olá, Ana.
    Morre-se de silêncio... e de que maneira!
    Morre-se de ausência.
    Morre-se um pouco a cada instante.

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