domingo, 18 de outubro de 2015

como se tudo nos faltasse






















eram tão simples
as nossas mãos

ainda tão simples
e prontas

quando
nos procurávamos

como se tudo
nos faltasse






Gil T. Sousa
















4 comentários:

  1. Boa tarde Ana.

    Os poemas não significam a mesma coisa para cada um de nós.

    Foi por isso que pensei dar outro fim a este poema. Pensei...

    ResponderEliminar
  2. Enquanto dura, essa falta, tudo é tão mais intenso.

    Beijos, ana. :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. e efémera, essa intensidade...

      beijo, Maria :)

      Eliminar