domingo, 15 de agosto de 2010

as coisas contempladas em silêncio deixam-nos nus













































Quando estamos sozinhos, as coisas contempladas em silêncio deixam-nos nus. Despem-nos de todas as desculpas e distracções que haviam de proteger-nos. Deixam-nos a sós, perante nós mesmos e a nossa vida, que vemos como uma montanha exclusivamente nossa. Uma espécie de Himalaia só nosso, e condenados a conviver para sempre nos seus cumes. Um Himalaia de perguntas. E nós sozinhos para lhes responder.











(Jordi Nadal, in Tão perto de ti, Âmbar ,2005)











































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